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Blog do Veriano
 


Coincidências do Outro Mundo

 

 

 

            “O Homem do Planeta X”(The Man from Planet X) de Edgar G.Ulmer com roteiro original de Audrey Wisberg e Jack Pollexfen é de 1951; “Veio do Espaço”(It Come from Outer Space) de Jack Arnold com base numa historia de Ray Bradbury é de 1952; “Vampiros de Almas”(Invasion of Body Snatchers) de Don Siegel com base num conto de Jack Finney é de 1956 e “Casei-me com um Monstro”(I Married a Monster from Outer Space) de Gene Fowle Jr escrito por Louis Vittes é de 1958. Todos esses filmes tratam de extraterrestres que tiram cópias de seres humanos. No primeiro exemplo as pessoas ficam como que armazenadas no covil do et, mas são liberadas sem problemas físicos; no segundo, a mesma coisa; no terceiro, um exemplo clássico, as cópias querem dominar o mundo e caracterizam-se pela ausência de emoções.Não se sabe que diabos acontece com as matrizes. No último exemplo, o pessoal da Terra também é posto em hibernação até a sessão acabar.

            A ficção-cientifica dos anos 50 usou e abusou de uma formula. Seria influencia do maccarthismo? Na época da caça às bruxas, quando o americano médio, na onda do senador Joe McCarthy, via comunista debaixo da cama, cabia a metáfora de que os comunas estavam moldando gente para formar uma sociedade igualitária. Mas era um pecado, por exemplo, Kevin McCarthy levar a bela Dana Winter para a cama sem que ela ao menos gemesse. E que diabos substituir Tom Tyler por um robô de carne na noite de núpcias? Ele que já era isso, como ator? E nem se fala no cabeçudo do planeta Dez, como eu ouvi uma normalista dizer à colega lendo a marquise do cinema Olímpia, que emitia um som semelhante ao do então em moda teremin, como quem dizia ao terráqueos: “-Gente, cheguei!”

            È duro crer que Ray Bradbury tenha plagiado Audrey Wisberg e Jack Pollexfen. E que os outros fizessem escadinha na copiagem. Essa “transmissão de pensamento” lembra apenas a tese de que em cinema “nada se perde, nada se cria, pouco se transforma”.

           



Categoria: Crônicas
Escrito por Pedro Veriano às 16h47
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A Rainha

 

 

            Há filmes de atores. “A Rainha”(The Queen/Ingl,.2006) é um deles. Helen Mirren, 61 anos, como a rainha Elizabeth II , monopoliza as atenções e dá ao roteiro de Peter Morgan a base necessária para completar as cenas de documentários de TV enxertadas na ação sem deixar o ranço de solução de continuidade.

            Segundo o roteiro, em 1997, logo que tomou posse como Primeiro Ministro, o trabalhista Tony Blair salvou a pátria convencendo S. Majestade de que era necessário levar em conta a popularidade da ex-nora, Diane morta em um desastre de carro na capital francesa, dando à ela o funeral de estado que se negava a dar por conta do divórcio ocorrido um ano antes. Segundo a rainha, Diane não era mais princesa, e, como tal, não tinha nada a ver com a corte, sendo desnecessário hastear bandeira a meio pau e fazer um enterro de pompa.

            O filme de Stephen Ferars é sobre este episódio histórico. Difícil fazer cinema com personagens verdadeiras e ainda vivas. Mas a semelhança da veterana Mirren, (finalmente reconhecida no páreo do Oscar) com a monarca britânica e o cuidado para que outros atores lembrem os tipos que interpretam ajudou bastante na reconstituição dos fatos.

            “A Rainha” é um filme histórico de corpo presente. Imaginem se fosse possível fazer isso com Henrique VIII, biografado por Charles Laughton e Robert Shaw entre outros.

            Felizmente há mais a ver do que uma “reportagem” reciclada sobre a morte de Diane Spencer. Basta um momento do filme. Elizabeth II salta na água de seu carro, molhando os reais sapatinhos, e vê um alce adiante. Caçadora como todos os nobres, nessa hora sensibiliza-se com a majestade da caça. Pede que o animal vá embora. Um ato que demonstra a humanidade sob a coroa. O bastante para não deixar o filme com jeito de republicano.

 

           



Categoria: Filmes
Escrito por Pedro Veriano às 14h50
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